Em pleno mar o esplendoroso sol manifesta-se em raios..
E, brilhavam no céu as cores pelo arco-íris despontando;
Com dourado em águas turvas que bailam em canto;
Para meu amor escutar o som sinfônico da paixão...
Os pássaros passavam em passeio pelo ar que ruava...
E eu sentia o mar abraçar-me em música de ondas;
Que o princípio e o fim deu-me ao velejar com intensidade;
Os mares azuis, muitas vezes verdes, sem rumo em brumas...
Nós olhávamos o sol se puser no perdido nevoeiro;
Onde ao esconderem-se nas nuvens do mar aberto;
Lembranças amáveis desabrochavam no velejar...
Estamos nos amando em um eu te amo em flor;
E assim, vivemos banhando-nos dos beijos de mel;
Deixando o tempo alcançar o horizonte em lua por nós...
"O homem necessita colher o amor como flores e desenhar o universo com pinceis" Sérgio Gaiafi
segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
domingo, 15 de dezembro de 2019
SOLIDÃO
Eu estou a pensar em fugir de mim;
Porque sofro em silêncio o amor;
E perdendo-me em carícias não há destino...
E não posso mais pisar nos espinhos;
Por que se meu destino for o sofre....?
Deixe-me-ei largado, depauperado, languido!
Porque ficarei aqui no chão;
Por amor que cheira os vãos;
Em vidas roubadas em mim;
Despedidas de solidão.
Porque sofro em silêncio o amor;
E perdendo-me em carícias não há destino...
E não posso mais pisar nos espinhos;
Por que se meu destino for o sofre....?
Deixe-me-ei largado, depauperado, languido!
Porque ficarei aqui no chão;
Por amor que cheira os vãos;
Em vidas roubadas em mim;
Despedidas de solidão.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
PROVÉRBIOS
I DEUS
1. Deem-me o direito de eu não ser inócuo diante da criação, porque ao fazer parte dela, nada posso fazer, apenas, permitir-me está nela, e buscar o que criaram, Deus!
2. Seria eu uma pequenina fagulha em meio ao astro vislumbrante que me ilumina durante o dia? Creio que não. Estaria sempre eu num pretérito imperfeito da minha própria interpretação neste mundo de seres buliçosos, pessoas que buscam respostas em tempos e tempos...
3. Quem seria esse Deus bondoso sem princípio, sem um fim, magnânimo pelas obras que todas dizem, falam em todos os lugares silentes da vida e morte, quem o seria?
4. No prólogo de Deus não a uma interpretação, seja ela racional ou inerente ao irracional, talvez, deva eu partir do princípio efêmero que caibo como mortal.
5. Os grandes pensadores da humanidade sempre buscaram um alento. Vultos doutos das ilusões, pensadores do caos em alívio perpétuo em um Deus, seres do ar vivificante que manifesta-se em nós o ato de crermos nessa manifestação por sermos partes dos doutos vultos do ser humano.
6. Se ainda estamos presos nas cavernas escuras no contexto mitológico do Platão. Por que ele nos seus escritos manifestou-se em preâmbulos de outros em cavernas escuras antes dele vivas? Esse olhar que busca paisagens para desvendar códigos, são suspeitos, passa pelos tempos idos e vindos do Deus.
7. Como o homem deve ter sido criado para conhecer e ficar exaurido do saber? Ele nessas muitas léguas pode ter se amado, recordado, lembrado, manifestado o servir aos deuses em Deus, e finalizado sua breve vontade.
8. Interessante é olharmos para o tudo em nós criado e fazermos conjecturas não duvidosas entre nós e Deus, porém, sempre perguntaremos para termos a certeza da dadiva de outros que já falamos por nós.
9. Sempre dizemos que Deus é melhor do que nós pela insegurança de não sofrermos solitariamente.
10. Deus é bom. Ele é maravilhoso. Ele tudo sabe, fora dessa caverna e dentro dela, mesmo escura, Deus é maravilhoso e tudo criou, mistério!
11. Deus é bom e precisamos dele em nossas vidas e mortes. Ele é único em terras divididas sem respostas em perguntas, e nós somos o que precisamos olharmos a luz de fora para enxergarmos o Deus do amor...
12. Eu vivo muitas vezes das polêmicas empíricas e até do aforismo num pensar estático ou estoico de Deus em mim não resolvido.
13. Agora que eu despeitei para o mundo da luz, pude sentir o bem e o mal, penso que achei na subjetividade da certeza ou das incertezas da minha ignorante descoberta em etapas, a verdade. E, contrariando-me, foi contraditório para mim, se outros não fizessem isso tão normal.
14. Deus é maravilhoso e devemos nos sentir felizes por isso.
15. Porque Deus é o princípio e o fim em nós revelado. Eu seu que não esqueci a morte em virtude do vivo...
16. Agora estou no cerne do diálogo discursivo, ou na dialética da maturidade humana, humanitária em todo Deus perscrutado em mim numa caverna.
17. Minha própria solidão é-me meu berço do pensar até na comunhão dos outros em Deus um delusão.
18. Falar em solidão é um sinônimo não muito bom para quem está escravizado em umas razões que ninguém as conhece além do princípio da propriedade do está sozinho.
19. Entre a opinião e a razão educar poderia ser um estado inconsciente da mente em Deus, porque se Deus nos dar discernimento porque não aproveitamos o porquê em um aforismo imperceptível. Somos a verdade bem-aventurada em um todo em arte.
20. Deus, sendo ele o arquiteto, como sabemos? Através do todo em um inócuo nada pela nossa incapacidade de compreender o que nos foi ensinado, será? Não me atreveria tanto em voltar ao princípio desta e perguntar sobre Deus ou até tentar expressar em mim, conceitos, porque educar é formar opiniões baseado em razões.
1. Deem-me o direito de eu não ser inócuo diante da criação, porque ao fazer parte dela, nada posso fazer, apenas, permitir-me está nela, e buscar o que criaram, Deus!
2. Seria eu uma pequenina fagulha em meio ao astro vislumbrante que me ilumina durante o dia? Creio que não. Estaria sempre eu num pretérito imperfeito da minha própria interpretação neste mundo de seres buliçosos, pessoas que buscam respostas em tempos e tempos...
3. Quem seria esse Deus bondoso sem princípio, sem um fim, magnânimo pelas obras que todas dizem, falam em todos os lugares silentes da vida e morte, quem o seria?
4. No prólogo de Deus não a uma interpretação, seja ela racional ou inerente ao irracional, talvez, deva eu partir do princípio efêmero que caibo como mortal.
5. Os grandes pensadores da humanidade sempre buscaram um alento. Vultos doutos das ilusões, pensadores do caos em alívio perpétuo em um Deus, seres do ar vivificante que manifesta-se em nós o ato de crermos nessa manifestação por sermos partes dos doutos vultos do ser humano.
6. Se ainda estamos presos nas cavernas escuras no contexto mitológico do Platão. Por que ele nos seus escritos manifestou-se em preâmbulos de outros em cavernas escuras antes dele vivas? Esse olhar que busca paisagens para desvendar códigos, são suspeitos, passa pelos tempos idos e vindos do Deus.
7. Como o homem deve ter sido criado para conhecer e ficar exaurido do saber? Ele nessas muitas léguas pode ter se amado, recordado, lembrado, manifestado o servir aos deuses em Deus, e finalizado sua breve vontade.
8. Interessante é olharmos para o tudo em nós criado e fazermos conjecturas não duvidosas entre nós e Deus, porém, sempre perguntaremos para termos a certeza da dadiva de outros que já falamos por nós.
9. Sempre dizemos que Deus é melhor do que nós pela insegurança de não sofrermos solitariamente.
10. Deus é bom. Ele é maravilhoso. Ele tudo sabe, fora dessa caverna e dentro dela, mesmo escura, Deus é maravilhoso e tudo criou, mistério!
11. Deus é bom e precisamos dele em nossas vidas e mortes. Ele é único em terras divididas sem respostas em perguntas, e nós somos o que precisamos olharmos a luz de fora para enxergarmos o Deus do amor...
12. Eu vivo muitas vezes das polêmicas empíricas e até do aforismo num pensar estático ou estoico de Deus em mim não resolvido.
13. Agora que eu despeitei para o mundo da luz, pude sentir o bem e o mal, penso que achei na subjetividade da certeza ou das incertezas da minha ignorante descoberta em etapas, a verdade. E, contrariando-me, foi contraditório para mim, se outros não fizessem isso tão normal.
14. Deus é maravilhoso e devemos nos sentir felizes por isso.
15. Porque Deus é o princípio e o fim em nós revelado. Eu seu que não esqueci a morte em virtude do vivo...
16. Agora estou no cerne do diálogo discursivo, ou na dialética da maturidade humana, humanitária em todo Deus perscrutado em mim numa caverna.
17. Minha própria solidão é-me meu berço do pensar até na comunhão dos outros em Deus um delusão.
18. Falar em solidão é um sinônimo não muito bom para quem está escravizado em umas razões que ninguém as conhece além do princípio da propriedade do está sozinho.
19. Entre a opinião e a razão educar poderia ser um estado inconsciente da mente em Deus, porque se Deus nos dar discernimento porque não aproveitamos o porquê em um aforismo imperceptível. Somos a verdade bem-aventurada em um todo em arte.
20. Deus, sendo ele o arquiteto, como sabemos? Através do todo em um inócuo nada pela nossa incapacidade de compreender o que nos foi ensinado, será? Não me atreveria tanto em voltar ao princípio desta e perguntar sobre Deus ou até tentar expressar em mim, conceitos, porque educar é formar opiniões baseado em razões.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2019
OS VIOLINOS DO AMOR
Depois das barcarolas que as enviei pelas gôndolas em mar...
Recebestes as notícias do eflúvio perfume d'amor por ti;
E tu não podes seres belicoso para com este ser que te apraz;
Porque eu sou capcioso e tu bem sabes o quanto te desejo mais...
Eu nunca te perdi pelo engodar da aparência do que sou em ti;
Porque nós somos um violino partido, que nos adstritos momentos...
Percebemos que mesmo distantes um do outro, somos o oscular...
Imagem de todas as luas que chegam e partem depois sem adeus...
Tu sabes o quando procrastinamos nosso encontro;
Por um beijo ainda partido no exórdio das páginas;
Da nossa estória ainda contada em moinhos de vento...
Ah! Sei o quanto tu queres atravessar o mar cristalino;
Pisando as ondas quimeras em pensamentos d'amor;
Pois se sou o que tu em tinta escrevestes, vens em mar...
Recebestes as notícias do eflúvio perfume d'amor por ti;
E tu não podes seres belicoso para com este ser que te apraz;
Porque eu sou capcioso e tu bem sabes o quanto te desejo mais...
Eu nunca te perdi pelo engodar da aparência do que sou em ti;
Porque nós somos um violino partido, que nos adstritos momentos...
Percebemos que mesmo distantes um do outro, somos o oscular...
Imagem de todas as luas que chegam e partem depois sem adeus...
Tu sabes o quando procrastinamos nosso encontro;
Por um beijo ainda partido no exórdio das páginas;
Da nossa estória ainda contada em moinhos de vento...
Ah! Sei o quanto tu queres atravessar o mar cristalino;
Pisando as ondas quimeras em pensamentos d'amor;
Pois se sou o que tu em tinta escrevestes, vens em mar...
OS AMORES
Estás adstrito a minh'alma d'amor;
E não podes seres belicoso comigo.
Porque não sou capcioso a ti
E teu amor é vento em mim.
E não podes seres belicoso comigo.
Porque não sou capcioso a ti
E teu amor é vento em mim.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
LIVRE PARA VOAR
Os pássaros trouxeram as alvíssaras para mim;
E eu as recebi com amor para me alegrar pelo dia;
Porque eu estava acabrunhado, languido, enfadonho...
Com olhos marejando lágrimas que nem um riacho...
Quão feliz me senti, e logo o vento secou meu rosto;
E um sorriso de flor surgiu em meus lábios rosados;
Permitindo-me a graçolar pelas campinas de rosas;
Perfumadas pelo orvalho que circundava em manhãs...
Como eu bailava pelos nuvens perpassando em minh'alma;
Pelas asas de um condor que flutuava pela restinga nua;
Na alegria juvenilizante na minha vida livre a sorrir contente!
Cantava alegre pelo assovio das andorinha em bando;
Num céu límpido, alvejado como as nuvens em riso;
Nos raios do majestoso sol filaucioso por me iluminar.
E eu as recebi com amor para me alegrar pelo dia;
Porque eu estava acabrunhado, languido, enfadonho...
Com olhos marejando lágrimas que nem um riacho...
Quão feliz me senti, e logo o vento secou meu rosto;
E um sorriso de flor surgiu em meus lábios rosados;
Permitindo-me a graçolar pelas campinas de rosas;
Perfumadas pelo orvalho que circundava em manhãs...
Como eu bailava pelos nuvens perpassando em minh'alma;
Pelas asas de um condor que flutuava pela restinga nua;
Na alegria juvenilizante na minha vida livre a sorrir contente!
Cantava alegre pelo assovio das andorinha em bando;
Num céu límpido, alvejado como as nuvens em riso;
Nos raios do majestoso sol filaucioso por me iluminar.
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| Sérgio Gaiafi |
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
A ESCADA INGRIME
Desisti desse mundo cruel;
Para ser-lhe fiel em ditos;
E réditos ditos em amor;
Redigidos em vão motivos...
Uns dizem-me para não deixar;
De viver no mundo da ilusão;
Porque posso viver de oração;
Em uns dias furtivos em reza. esperar...
Oh! meu abrigo é-me o navegar em silêncio;
Em rumo aos destino perdidos em almas d'amor;
Sento, Cálidas! Pálidas! Vividas em mim...Metades!
Sou eu, folhas de tempos em lembranças...
Idiossincráticas em nós o ser arcabuzado
No escuro d'almas em fuga pelas mares...
Para ser-lhe fiel em ditos;
E réditos ditos em amor;
Redigidos em vão motivos...
Uns dizem-me para não deixar;
De viver no mundo da ilusão;
Porque posso viver de oração;
Em uns dias furtivos em reza. esperar...
Oh! meu abrigo é-me o navegar em silêncio;
Em rumo aos destino perdidos em almas d'amor;
Sento, Cálidas! Pálidas! Vividas em mim...Metades!
Sou eu, folhas de tempos em lembranças...
Idiossincráticas em nós o ser arcabuzado
No escuro d'almas em fuga pelas mares...
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