O fogo me amedronta.
Luz brilhante que se multiplica
em movimentos que desconheço
alaranjando o amarelo em vermelho.
"O homem necessita colher o amor como flores e desenhar o universo com pinceis" Sérgio Gaiafi
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
CHUVA DE FLORES
Sinto-me uma tempestade ao léu
desabrochando no céu em flores:
"Nascedouro dos tempos em ventos,
pairando pétalas caídas sobro o mar!"
desabrochando no céu em flores:
"Nascedouro dos tempos em ventos,
pairando pétalas caídas sobro o mar!"
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
SOMBRAS DE AMOR
Veludo dependurado no alpendre;
Olhos pela fresta vendo o vento passar;
O sol indo-se para dar lugar a noite;
Lua que singela lagrimeja;
Beija o chão do mar;
Em ondas escuras nascente;
E estrelas em sombras decadentes;
Apagando-se como lágrimas;
Chorando pela terra nuas;
Do sonhar onírico em si mesmos;
Dos que não desejam amar.
Olhos pela fresta vendo o vento passar;
O sol indo-se para dar lugar a noite;
Lua que singela lagrimeja;
Beija o chão do mar;
Em ondas escuras nascente;
E estrelas em sombras decadentes;
Apagando-se como lágrimas;
Chorando pela terra nuas;
Do sonhar onírico em si mesmos;
Dos que não desejam amar.
domingo, 15 de setembro de 2019
PENSAMENTO
Montanha maravilhosa movendo moinho.
CANTO SERTÕES
Eu canto o canto da saudade;
Das infindas recordações;
Lembranças que são passageiras;
Neste luar do sertão amado.
A árida terra que me louva;
Numa eterna louvação;
Canto o cartar dos sertanejos
Sobre o luar desse sertão.
O calor que assovia o rachar da terra seca;
Trata-me com cantoria e bronzeia com carvão;
E os pássaros que aqui rodeiam;
Gorjeiam num bravo retumbante;
E, Eu olho para o céu escaldante;
Vejo um luz que me alumia;
Com raios fosforescentes dia após dia.
Sinto-me neste chão bruto um raiz;
Que nasce na luz do dia flores de sofreguidão;
E durmo na lua sem uma gota d'água;
Para molhar esse borra nesse bendito chão;
Desse terra abençoada com imenso torram.
Das infindas recordações;
Lembranças que são passageiras;
Neste luar do sertão amado.
A árida terra que me louva;
Numa eterna louvação;
Canto o cartar dos sertanejos
Sobre o luar desse sertão.
O calor que assovia o rachar da terra seca;
Trata-me com cantoria e bronzeia com carvão;
E os pássaros que aqui rodeiam;
Gorjeiam num bravo retumbante;
E, Eu olho para o céu escaldante;
Vejo um luz que me alumia;
Com raios fosforescentes dia após dia.
Sinto-me neste chão bruto um raiz;
Que nasce na luz do dia flores de sofreguidão;
E durmo na lua sem uma gota d'água;
Para molhar esse borra nesse bendito chão;
Desse terra abençoada com imenso torram.
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