Para que eu ficar triste;
Morrendo por segundo;
Entristecendo-me à toa;
Porque tudo é ilusão.
"O homem necessita colher o amor como flores e desenhar o universo com pinceis" Sérgio Gaiafi
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
O PENSAR
Percebo que pessoas são de gelo;
Que sofrem caladas quando estão evaporando...
Porque o calor derrete nas sobras das águas.
Que sofrem caladas quando estão evaporando...
Porque o calor derrete nas sobras das águas.
terça-feira, 12 de novembro de 2019
NUNCA FUI SANTO
A navalha cortou os papéis em carne vivida;
E mostrou-se em sangue às letras do condenado...
A escrita da dor em uivos paralisado nos seus galhos;
Festejando a quimera do sofrer em piadas nuas...
Ah! Quão lastimável és tu vestido de palhaço;
Julgam-me por pérolas em asas voadoras...
Buscando em mim tua imagem em punhal enferrujado;
Para assovia em bando, pássaros voando alado...
Oh! Meu arlequim que em meio os faróis baila;
Na discreta dança das colombinas em cores frias;
Num findar de um carnaval em serpentina flor.
Sou o que dizem em ruas vazias pelas costas;
Porque a dor que sentem em prosa, são rimas...
Ourara aurora do que poderia estar por vir...
E mostrou-se em sangue às letras do condenado...
A escrita da dor em uivos paralisado nos seus galhos;
Festejando a quimera do sofrer em piadas nuas...
Ah! Quão lastimável és tu vestido de palhaço;
Julgam-me por pérolas em asas voadoras...
Buscando em mim tua imagem em punhal enferrujado;
Para assovia em bando, pássaros voando alado...
Oh! Meu arlequim que em meio os faróis baila;
Na discreta dança das colombinas em cores frias;
Num findar de um carnaval em serpentina flor.
Sou o que dizem em ruas vazias pelas costas;
Porque a dor que sentem em prosa, são rimas...
Ourara aurora do que poderia estar por vir...
sábado, 9 de novembro de 2019
NOITE ESTRELA
Meu abando não é-me solidão;
Tristeza como pensam os lorpas...
Ah! Pascácios da vida em brasa;
Porque o universo pífio é solidão neles...
Carros passam por mim em paixão;
Eu não vivo da ilusão na delusão;
Mas a brasa dormida em chama;
Ainda aquece meu coração sorrindo...
Sou minha ferida viva em carne;
Não lembro-me dos balões coloridos de festas;
E nem gosto dos espinhos que matam flores.
De tanto amor sufoco-me em um voar livre;
E com prazer e sem dor sigo minha estrada;
Movendo-me como os raios vividos em mim.
.
Tristeza como pensam os lorpas...
Ah! Pascácios da vida em brasa;
Porque o universo pífio é solidão neles...
Carros passam por mim em paixão;
Eu não vivo da ilusão na delusão;
Mas a brasa dormida em chama;
Ainda aquece meu coração sorrindo...
Sou minha ferida viva em carne;
Não lembro-me dos balões coloridos de festas;
E nem gosto dos espinhos que matam flores.
De tanto amor sufoco-me em um voar livre;
E com prazer e sem dor sigo minha estrada;
Movendo-me como os raios vividos em mim.
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CHUVA DE VENTO
Depois que eu perdi você
Não consegui encontrar-te
No vento que escondeu-te
Fazendo me lembrar de ti.
Não consegui encontrar-te
No vento que escondeu-te
Fazendo me lembrar de ti.
O MISTÉRIO DO AMOR
Todos sonhos estão buscando-te...
Porque estás afastado de mim;
Longe demais para eu me lembrar
Por nunca estarmos sós em mar...
Cada vento trás em chuva um alento;
Onde eu recordo sua imagem em marcas;
De um sonho a mais para retornar;
Na aurora boreal das noites de brisa...
Nossos mistérios só a árvore sabe;
Em galhos, folhar, tempo de doar....
Porque o nosso amor é eterno.
Folhas secas matam-me de amor;
E ao esperar-te sinto o gosto do beijo;
Em esconderijos dos bosques do prazer.
Porque estás afastado de mim;
Longe demais para eu me lembrar
Por nunca estarmos sós em mar...
Cada vento trás em chuva um alento;
Onde eu recordo sua imagem em marcas;
De um sonho a mais para retornar;
Na aurora boreal das noites de brisa...
Nossos mistérios só a árvore sabe;
Em galhos, folhar, tempo de doar....
Porque o nosso amor é eterno.
Folhas secas matam-me de amor;
E ao esperar-te sinto o gosto do beijo;
Em esconderijos dos bosques do prazer.
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
EU CONFIO NOS MEUS ORIXÁS
Pela injustiça que eu fui acometido
Na hora que clamei ao pedir ajuda
Pelo falso testemunho levando à mim
Ninguém olhou para minha verdade.
Senti a escuridão assolar-me no chão
Porque todos tripudiaram sem compaixão
E o verme da maldade gerou o farto
E eu chorei espinhos nas matungada.
Tudo que eu queria era compreender
Nada foi feito por este ser em prantos
Vomitando sangue e sentindo frio
Pela desamparo que sentia n'alma.
Então, depois de tudo passado...
Minha memória ainda sofrida
Clama com todas forças
Que os eguns façam justiça
Por este ser desapontado.
Quero em reza profanar
Que os jardins ficaram escuros
O céu abrir-se-á em lágrimas
E Iansã lançará sobre acaloradora
Tempestade e relâmpagos
Xangô fara justiça com fogo de Ina
Oxalá me abençoará em seu manto
Obá causará o revolto das águas
Doces e salgadas como o solimões
E sepultará a mentira da maldade
Iemanjá mostrará a luz que me guiará
E a tormenta que afogará o mentiroso
Ogun com sua espada cortara matará
Essa mentira cometida ao meu ser
Ewá enxugará meu pranto
E fará o jardim escurecer
E nanã me tirará do sofrer
Afogando a mentirosa na lama
Oxossi dar-me o caminho
E sua flecha atingirá o meus inimigo
Escravos das lamentações...
Meu Ori será protegido
Pelos abraços Oxum
Nos lindos lagos cristalino
E Exú mostrar-me-á o caminho
Em branca paz de amor
E Omulú me irá me cobrir
Com palhas consoladora
Até os malfeitores estiverem
Sepultado em melancolia
Com suas mentiras consciente
E Ossain me dará água
Com ervas das matas de sagradas
E assim viverem mais sublime
No ilê de todos meus Orixás.
Na hora que clamei ao pedir ajuda
Pelo falso testemunho levando à mim
Ninguém olhou para minha verdade.
Senti a escuridão assolar-me no chão
Porque todos tripudiaram sem compaixão
E o verme da maldade gerou o farto
E eu chorei espinhos nas matungada.
Tudo que eu queria era compreender
Nada foi feito por este ser em prantos
Vomitando sangue e sentindo frio
Pela desamparo que sentia n'alma.
Então, depois de tudo passado...
Minha memória ainda sofrida
Clama com todas forças
Que os eguns façam justiça
Por este ser desapontado.
Quero em reza profanar
Que os jardins ficaram escuros
O céu abrir-se-á em lágrimas
E Iansã lançará sobre acaloradora
Tempestade e relâmpagos
Xangô fara justiça com fogo de Ina
Oxalá me abençoará em seu manto
Obá causará o revolto das águas
Doces e salgadas como o solimões
E sepultará a mentira da maldade
Iemanjá mostrará a luz que me guiará
E a tormenta que afogará o mentiroso
Ogun com sua espada cortara matará
Essa mentira cometida ao meu ser
Ewá enxugará meu pranto
E fará o jardim escurecer
E nanã me tirará do sofrer
Afogando a mentirosa na lama
Oxossi dar-me o caminho
E sua flecha atingirá o meus inimigo
Escravos das lamentações...
Meu Ori será protegido
Pelos abraços Oxum
Nos lindos lagos cristalino
E Exú mostrar-me-á o caminho
Em branca paz de amor
E Omulú me irá me cobrir
Com palhas consoladora
Até os malfeitores estiverem
Sepultado em melancolia
Com suas mentiras consciente
E Ossain me dará água
Com ervas das matas de sagradas
E assim viverem mais sublime
No ilê de todos meus Orixás.
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