terça-feira, 10 de setembro de 2019

ALDRAVIA

Conheço
Por
Acaso
Visto
Do 
Caso.



TROVA

Adentrastes no mar das lembranças
Perdendo-se no oceano das recordações 
E desaparecestes na névoa fria
A buscar um pensamento em solidão.

REFORMA INTIMA

Não posso passar um dia sem ler o evangelho
Com parábolas em mensagens discursivas
Do Cristo ressurreto e glorioso que se faz vivido.

São mensagens didáticas  das quis me inspiram 
A escrever palavras que me abençoo em lê-las
Neste mundo tribulado onde impera o pecado. 

Cheios de emoção carnais que vivo e arrependo-me.

Nunca esquecendo de mudar-me interiormente.


                                           ***

No puedo pasar un día sin leer el evangelio
Con parábolas en mensajes discursivos
Del Cristo resucitado y glorioso que es vivido.

Estos son mensajes de enseñanza de aquellos que me inspiraron.
Escribe palabras que bendigo leer
En este mundo problemático donde el pecado gobierna.

Lleno de emoción carnal que vivo y lamento.


Nunca olvidando vivir.


segunda-feira, 9 de setembro de 2019

O CASTELO ENCANTADO

No castelo de Poliana
Vivia reis e rainhas
Dos reinos destruídos 
Pelas rimas maldosas
Da feiticeira Magnólia.

Poliana tão singela
Olhos verdes campos
Lábios vermelho maçã
Bochechas rosadas
Que nem beterraba
Num pelo pomar.

Vivia cantando 
Alegre e feliz
Que tinha um gatinha
Chamado "Mimi"
Com sus criadas
Em coros faziam
De noite dormia
De dia sumia.

Magnólia de longe ouvia
Singela canção
Irritada ficava 
Por não ter coração
Então resolveu
Destruir o belo castelo
Da ilha encantada.

Mandou um poema 
Para todos os reis
Que breve iria
Fazê-los tomates
laranja e peras
Sem abacate.

Assustados ficaram 
Sem saberem o que fazer
Pois no Castelo encanto
Guardas não tinha
Para os defenderem,

Poliana tranquila
Foi logo avisando 
Que não tenho medo
Porque tinha o pó mágico
Da fada Jezabel
Que logo lhe terra
Em forma de mel
Quando ela cantava
Com suas criadas.

Espelhos o pó por todo castelo
Sorriu engraçada
porque não tinha mágoas
Da feiticeira Magnólia
Que um dia havia sonhado
Que seria bela e mais nada.

Nas sombras da escuridão
Magnólia se transformou
Em um vento em pó
Para cegar os membros
Da ilha encantada.

O vento veio
Com muito fervor
E logo se evaporou
Quando o pó mágico
]Se fez em cores
Um tempestade acabou
E Magnólia acabou...

Poliana engraçada
Sorriu e cantou
E o brilho do sol logo surgiu
E o castelo encantado brilho
Com os raios do sol
Poliana partiu
De novo a cartar
No jardim encantador.








TROVA ( descobrindo o amor)

Reverencio o meu mestre
Com carinho e muito amor
Aprendendo que no amor
Não existe apenas flor.

GLOSA ( Mar)

Alagando-me em vento
Uma tempestade silente.

Em minha palidez 
Cubro-me de orvalho
Para não sentir-me alado
Quando de leve oscila 
Um gota de orvalho
No oceano do meu ser
Tua imagem fria
Fluida em chuva
Alagando-me em vento
Uma tempestade silente.

GLOSA

Ei de te buscar entre espinhos
Que perfuram minha carne viva.

Na floresta negra do amar
Em suspiros de sangue eu irei
Pegar um rosa negra que eu sei
E joga-la no abismo do mar cinza
Para acalantar minha dor que castiga
Por eu não saber rezar
Uma prece que me liberte
Do sufrágio do enamorar 
Ei de te buscar entre os espinhos
Que perfuram minha carne viva.